Este blog não possui nenhuma afiliação social, empregatícia, financeira ou política a não ser comigo mesmo. As opiniões expressas aqui refletem meu ponto de vista sobre assuntos aleatórios e nada mais. Comentários são mais do que bem vindos, são encorajados, positivos ou não. Até prefiro comentários oposicionistas, afinal um mundo que pensa igual é desprovido de inovação. Portanto, sinta-se em casa. Espero que ler minhas verborréias esporádicas traga-lhe o mesmo prazer que tenho produzindo-as.

[ваκκєr]

P.S. Algumas vezes algo que eu quero expressar não pode ser dito (apenas) com palavras, então vai parar em meu fotolog ao invés de aqui. Confira-o de vez em quando.

Mostrando postagens com marcador Projetos. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Andrew, Chapter 2, First Draft.

Andrew was born in New York City in the seventies when his parents were already over thirty. They had decided to move to some smaller town upstate to raise their children (the one already in the oven and whoever came later) but his mother was having trouble disentangling herself from her job back then. By the time Peter was born some 4 years later in the early eighties Andrew and his parents were already living in Amsterdam, NY where his father put his programming skills on the original Coleco videogames. When the gaming industry crashed his father was teaching a course on videogame design at SUNY Albany and his mom was working full time on her real estate business. It was the first time Andrew's dad made less money than his mom, a tendency that would only accentuate as the years went by. He was already decided to lead a fully academic career when the gaming industry recovered half a decade later.
In the same manner Andrew worshiped his father for his 'mad programming chops' as Andrew would put it, his brother Peter put his admiration on his mother's skill in making cold, hard cash. It would be only fitting that Andrew should follow a creative career while Peter became a very technical professional. The irony resided in Peter pursuing a computer engineering career while Andrew decided to major in architecture.
Séamus, Andrew' and Peter's father, was a professor at the College of Computer and Information for as long as Andrew could remember. He'd take the Amtrak from Amsterdam to Rensselaer and back to Albany towards SUNY Plaza almost every day. Sometimes he'd take the 214 across the Hudson, sometimes he'd walk half a mile to work. He cherished these walks after one hour or more of sitting in the train. Andrew loved to visit dad in the downtown campus, and dad would sometimes take the 63 with Andrew to the beautiful uptown campus when he had business in the central office. Andrew fell in love with architecture during these visits to the 'new' campus, with its fountains, towers and columns. He learned from Séamus that its designer, Edward Durell Stone, had been responsible for parts of the Radio City Music Hall, the Waldorf-Astoria Hotel and the Museum of Modern Arts in Andrew's native New York City, and all that before he was formally considered an architect. This man's connection to his hometown struck a chord with Andrew, one that would mold his decision to become an architect himself.
It would also influence another decision, the most stupid in his vast collection of stupid decisions.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Andrew, Chapter 1, 3rd Draft.

Andrew's first child had a very unceremonious burial: it was dumped in a biological waste bin outside a fertilization clinic upstate. Andrew and Vicky were no longer together when she found out she was pregnant of his son-or-daughter-to-be, and she took the decision to abort it and never mention it to him. I might have some of the details wrong, since I don't officially know about it, even after so many years; it might have been facilitated by her father the obstetrician or maybe she didn't tell him either. The fact is that she acted on her perceived prerogative and chose to keep Andrew off the loop.
Andy used to describe his views on abortion as pro-choice, but that was before being denied one; now he no longer seemed so certain. He's still learning to cope with the reality of having his fatherhood taken away and telling me this story was part of his dealing with it.
Maybe I should start by telling you the story of Andrew and Victoria and how they came to be apart. Their relationship started when he was a freshman in architecture school and she was a high school sophomore. He was one year away from graduating when she decided to pop the question, just like that (it was common for Vicky to take initiative in these subjects):
- So, Andrew, will you marry me ?
- Sure I will Vicky. As soon as we're both done with college and can afford a little apartment, I'm gonna sweep you away from your parents.
- No, I mean, right away. You're not gonna graduate for another year and I've just been admitted, it's gonna take ages and I want us to be married by the end of the year.
- Ha, ha. Funny Vick, very funny. You know we cannot afford to leave our parent's homes, not with both of us on student loans.
- Don't you love me, Andy ?
- More than I love myself, Vick. But that's beyond the point.
And so the discussion faded, but it would soon begin to sprout again in very similar variants for the few months their relationship survived this irreconcilable divergence. Andrew adored her, beyond anything he'd ever felt for anyone. But he was simply too rational to jump into a post-teenage marriage with no chance of survival.
A few months after the break up, Vicky was sharing an apartment with Bill. Guess she didn't love Andrew nearly as much as he loved her.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 3 de março de 2008

Acorda, zumbí !

31 de julho... Rapaz, faz tanto tempo que escrevi pela última vez nesse blog ! Vejamos o que mudou na minha vida desde então. Meu namoro, que havia começado um mês e meio antes disso (sim, eu comecei a namorar no Dia dos Namorados, se não gostou, me processe) acabou sem nem completar seis meses. Diferenças filosóficas, digamos. Visitei meu irmão em Londres (na verdade isso aconteceu antes de 31 de julho, mas não postei sobre o assunto), troquei meu PDA mais uma vez (por um T-Mobile MDA III, com celular embutido. Ou seria o contrário ?), operei meu joelho pela segunda vez em 11 anos e passei no vestibular.
Como assim, me pergunta você, caro leitor. Você tem o que ? 28, 29 anos, e passou no vestibular ?
É. Assim como abandonei a engenharia para me tornar desenvolvedor de jogos, uma vez que não era mais desenvolvedor de jogos (nem paciente ortopédico preso a uma cama) voltei pra vida acadêmica, como estudante de design de produtos. Finalmente descobri uma profissão em que eu possa inventar coisas sem precisar estudar cinco anos de Cálculo.
Outra coisa que fiz e não veio parar nesse blog. Adotei uma cachorrinha, filhote da Branca, cachorra da Phe. O nome dela é Yuki, pois o pelo dela me lembra a neve. Ela é esperta como só um vira-latas pode ser: senta, deita, dá a patinha... Também é dengosa como o 'pai'.
Atualmente tenho trabalhado num projeto semi-secreto para a faculdade de Engenharia da FAAP (é, a engenharia me persegue) e portanto a muito tempo não me dedico mais ao projeto WarRealms. Como ninguém mais se dedica também, o projeto está parado. Quem sabe, agora que resolvi desfibrilar o Crônicas, não dou umas horas por semana pro projeto WR também ? Depende só do rítmo do meu outro projeto, aquele que me ajuda a pagar a faculdade (porque a gente não pode ganhar dinheiro fazendo o que quer ?)

Bom, está concluído meu post re-inaugural do Crônicas. Pretendo voltar a falar de tudo que me der na telha por aqui de tempo em tempo. Como sempre, o que não vier pra cá vai pro meu fotolog.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Projeto WarRealms, versão 2.0

Esta mensagem reproduz o e-mail que enviei hoje a dezenas de amigos explicando meu mais novo projeto-velho. Curioso ? Então siga lendo...

Projeto WarRealms

http://warrealms.bluwiki.com - http://warrealms.freeforums.org - warrealms@gmail.com

Caros amigos;

Alguns de vocês estão recebendo este e-mail porque estiveram envolvidos no projeto original, que fez água uns seis anos atrás. Alguns estão recebendo este e-mail porque são notórios fãs de RPGs ou MMORPGs. E alguns outros estão recebendo este e-mail porque tiveram a (má-)sorte de estarem na minha seleta lista de contatos e seus nomes me pareceram bons candidatos a colaboradores.

O Projeto WarRealms nasceu, como todo bom projeto, numa roda de amigos regada a cerveja. A idéia era, ainda no último ano do século passado (assim parece que fazem décadas ao invés de sete anos), criar um MMORPG (para os leigos, um Massive Multiplayer Online Role Playing Game, ou Jogo de Representação de Papéis Multi-jogador em Massa e Online) que amalgamasse as características dos nossos jogos (até então) prediletos, como Lobisomem, o Apocalipse, Vampiro, a Máscara, Advanced Dungeons & Dragons, GURPS, The 4th Coming, Ultima Online etc. Não posso me manifestar pelos outros membros do projeto original, mas posso dizer que de minha parte a culpa pelo projeto ter afundado foi a época conturbada pela qual eu passava: estava administrando um negócio à beira da falência e havia acabado de passar no vestibular, além de sofrer de um disturbio de atenção ainda não diagnosticado.
Muitos anos se passaram e muitos MMORPGs foram criados. a Coréia do Sul surgiu como uma potência de desenvolvimento de jogos online com seus vários mega-sucessos, como Lineage e Lineage 2, Guild Wars , City of Heroes, City of Villains (ainda estou só nos jogos criados pela NCSoft), Ragnarök Online (da Gravity), MU Online (da Webzen) e tantos outros. Os americanos reagiram com World of Warcraft, baseado no jogo de estratégia da Blizzard e Everquest, Everquest 2 e Star Wars Galaxies, da Sony Online. A realidade de 2007 difere muito da de 2000, mas é essencialmente a mesma: existem dezenas de jogos, cada qual com suas características interessantes, mas nenhum que englobe todas (nem mesmo a maioria) das características que esperamos de um bom (MMO)RPG.

Apesar de existir desde 1998 pelo menos um projeto de desenvolvimento de uma plataforma aberta de MMORPGs (o projeto WorldForge, hospedado em
http://www.worldforge.org) estes estão tão focados no desenvolvimento da plataforma que se perderam em matéria de conteúdo e, mesmo depois de quase 10 anos, foram incapazes de produzir ao menos um jogo completo. Surgiu então novamente a idéia de criar uma plataforma sobre a qual criar o nosso jogo, um RPG do nosso jeito, e com uma mecânica dinâmica e aberta, capaz de hospedar jogos com características tão diversas quanto Dungeons & Dragons é diferente de GURPS ou Shadowrun. Porque nos limitarmos a fazer um único jogo se, mantendo a flexibilidade em mente, podemos criar uma plataforma para dezenas de jogos com o mesmo esforço ?
Resurgiu então o Projeto WarRealms. Novamente numa roda de amigos, novamente regado a cerveja. O nome, apenas um resquício (dos poucos que restaram) do projeto original. A idéia, criar algo novo, em cima das tecnologias de hoje em dia e voltado para o futuro, flexível o suficiente para continuar evoluindo junto com a capacidade computacional crescente dos dias de hoje. O momento é propício para a flexibilidade; Macs e PCs rodam em cima do mesmo hardware pela primeira vez, Linux roda programas de Windows e Windows roda programas de Linux e a cada dia surgem novas tecnologias independentes de plataforma.
Por outro lado, o projeto WarRealms é também um jogo, não um amontoado de tecnologias. Histórias tem de ser escritas para serem contadas; seres, personagens, ferramentas, ambientes e continentes inteiros tem de ser desenhados, escritos, compostos, musicados. O Projeto WarRealms não é uma trupe de programadores; é um curral multi-mídia que tem de englobar artistas, desenhistas, músicos, escritores, roteiristas, pintores... Todo mundo é bem-vindo, basta gostar de Role-Playing ou ter curiosidade sobre o assunto e energia para doar a um projeto nascido no Brasil para existir globalmente.

Então vamos ao que interessa (os poucos que leram este e-mail até o fim que me perdoem pela extensão, mas tenho um sonho a ser realizado, uma história para contar); se quiserem saber mais sobre o assunto, o Projeto WarRealms está hospedado nos seguintes endereços online:

http://warrealms.bluwiki.com : Wiki em inglês, para aumentar a notoriedade do projeto em âmbito internacional;
http://warrealms.freeforums.org : Fórum em português, onde todas as decisões do projeto serão tomadas em conjunto;
warrealms@gmail.com : E-mail para maiores informações sobre o projeto.



Agradeço a atenção de vocês e espero cada um e todos no nosso fórum, para juntos fazermos um RPG nosso !



Eduardo Mercer
Fundador e Curador
Projeto WarRealms